segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Uma noite de inverno

Era uma fria noite de inverno, um grupo de jovens se divertia enquanto acampava dentro de uma densa e escura floresta. O grupo era formado por dois casais, eles estavam envolta de uma fogueira bebendo e conversando alegremente.
Por entre as arvores um vulto os observava silenciosamente. Era uma mulher de idade que usava um manto preto que a camuflava devido a escuridão que se fazia na floresta durante a noite. A senhora estava imóvel como uma estatua observando os adolescentes que conversavam entorno da fogueira.
Apos um longo tempo observando, a anciã se virou e se esgueirou, silenciosamente, por entre as arvores e seguiu seu caminho até chegar em uma velha cabana, quase imperceptível em meio a vasta vegetação, então a mulher adentrou o recinto e se dirigiu para o meio do comodo e lá se sentou e começou a recitar palavras em um dialeto a muito esquecido.
O interior da cabana lembrava um quarto comum, havia uma cama em um canto, um guarda-roupas e uma porta que provavelmente levava ou banheiro, exceto pelo fato de que em seu interior havia divertas garrafas com líquidos estranhos e um pentagrama com diversos símbolos ao seu redor desenhado por todo o solo do recinto.
A velha mulher estava sentada exatamente no meio do pentagrama e recitava seus versos de maneira constante.
Longe dali, no local onde os jovens acampavam a fogueira havia sido apagada e ambos os casais estavam em suas respectivas tendas, ambos fazendo sexo. Ao redor das tendas o vento parou e, alem dos sons produzidos pelos adolescentes, nada se ouvia na floresta, mas tal situação não foi percebida pelos jovens.
Apos algum tempo as folhas começaram a serem movidas, como se cerca de três pessoas passassem correndo ao redor das tendas, mas não se via ninguém ali. As folhas pararam de se mover quando estava perto das barracas.
Aos poucos uma das barracas se abriram de forma tão silenciosa que os jovens não notaram e durante algum tempo o unico movimento foi o do corpo dos jovens durante a transa quando subitamente se abriram feridas profundas nas pernas da garota como se garras a agarrassem e logo depois ela foi puxada, aos gritos, para fora da barraca deixando uma linha de sangue que jorrava de sua perna por onde passava.
Enquanto o segundo casal saia de sua tenda para ver o que estava acontecendo, o homem da primeira barraca foi erguido ao ar e começou a sangrar profundamente pelo pescoço e logo em seguida foi atirado em direção a uma arvore de forma tão bruta que foi possível ouvir seus ossos quebrando com o impacto.
O segundo casal tentou fugir, mas foram frustrados, erguidos ao ar e ao poucos cortes profundos juntamente com marcas de mordidas começaram a aparecer em seus corpos e depois de algum tempo estavam tão dilacerados que seus órgãos saiam por entre suas feridas, eles estavam sendo devorados por entidades que não podiam nem, ao menos, ver.
Longe daquela cena hedionda a velha senhora parava de fazer seu ritual e então começou a rir de forma diabólica e então voltou para dentro da floresta e novamente desapareceu em meio as enormes arvores e a densa escuridão da noite de inverno.
Foi mal, mas não lembro a linha de raciocínio da historia anterior. Fiquei muito tempo sem escrever porque eu estava sem cabeça para isso... Não pretendo mais postar essas historias com continuação e blablalba por enquanto porque realmente tenho pouco tempo para escrever e de vez em quando eu fico inspirado para escrever alguma coisa. De vez em quando (como agora) eu vou escrever do netbook então fica difícil escrever tudo certinho porque aqui não tem cedilha nem acentos, mas vou me esforçar para deixar legível. xD Enfim, se gostar ou nao gostar de alguma coisa aqui pode comentar, sua opinião eh bem vinda ( pode me corrigir também, eh sempre bom saber onde estou errando para não repetir o erro xD ). Eu gosto de escrever historias de terror e basicamente isso, então prepare-se.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Não existe um paraíso... Parte 2

"Após algum tempo o andarilho despertou, ainda atordoado e com o corpo dolorido graças ao impacto com a parede de pedra, e com esforço conseguiu se reerguer.

A pedra negra ainda estava em sua mão, ele podia senti-la pulsar como um coração frio e rígido, e por um longo momento pensou em como havia sido criada e que a criara.

Ele foi em direção a vela e a apanhou e logo em seguida voltou para dentro do comodo e começou a revista-lo em busca de algum recipiente onde o que ele procurava poderia estar guardado.

Havia ossos e restos de carne espalhados pelo local e isso fazia o andarilho pensar em quantas pessoas a criatura, que agora não passava de um monte pútrido de carne em decomposição, havia matado. As paredes estavam cobertas por teias de aranhas, o que dificultaria se o objeto que o andarilho procurava estivesse atras de uma pedra solta.

Por um breve momento ele procurou até que encontrou desenhado na parede, aparentemente com sangue, um circulo magico e ele afastou as teias de aranha para poder examina-lo melhor.

Ele estava desenhado em uma enorme pedra que obviamente poderia ser retirada, mas isso iria requerer algum esforço e o andarilho reconheceu o circulo. Era um selo demoníaco de invocação de demônios irracionais, o selo de Samael.

O andarilho conhecia o selo e sabia que não poderia ser quebrado de forma que o efeito fosse anulado então ,de dentro de suas vestes, pegou um caderno com capa de couro e começou a foleá-lo até encontrar uma parte que falava sobre um simbolo e então ele cortou a própria mão com a adaga e começou a desenha-lo na parede oposta a parede onde estava o selo de Samael.

Logo em seguida voltou a folear seu caderno até encontrar uma parte que falava de um outro simbolo e o desenhou na porta do porão, desta vez com sua adaga.

Seu plano estava preparado agora ele teria que torcer para que funcionasse. Ele foi até o selo de Samael e começou a raspar suas extremidades.

O efeito foi imediato, o ar começou a ficar extremamente denso e gelado, o chão começou a tremer e no centro do porão um buraco começou a se abrir e desse buraco começou a transbordar litros de sangue de seu interior.

Quando o sangue estava na altura do calcanhar do andarilho o demônio começou a emergir do buraco. Duas patas enormes e esqueléticas saíram para fora do buraco e com suas afiadas garras começaram a puxar o resto do corpo de dentro do buraco.

Quando o demônio estava completamente livre o buraco começou a se fechar. O demônio tinha a aparência de um pitbull exceto por ter seis patas, aproximadamente dois metros e meio e por ser extremamente magro. Havia cortes profundos no corpo do demônio e muitos de seus ossos eram tão pontudos que rasgavam sua pele, mas o que mais chamava atenção nele eram os olhos, pois onde deviam estar havia apenas pálpebras vazias e em seu interior havia intensas chamas azuis.

O demônio encarou o andarilho por um curto período e então atacou, mas o andarilho conseguiu desviar e o demônio foi de encontro com o a parede quebrando a pedra onde estava o selo de Samael e revelando o que havia no interior do recipiente, um grosso livro antigo.

O andarilho rapidamente se posicionou em frente ao circulo que havia desenhado na parede e esperou o próximo ataque do demônio, que não demorou e o andarilho quase não conseguiu desviar, escapando por pouco das garras ferozes do demônio e caindo no chão cheio de sangue e isso fez com que sua vela apagasse.

O andarilho se virou em tempo de ver o circulo brilhando e grossas correntes com ganchos nas pontas saindo dele e se prendendo no demônio que urrava de dor quando os ganchos se fixavam em sua pele e se prendiam entre seus ossos.

O andarilho forçou sua visão para tentar compreender melhor a situação ao mesmo tempo que se arrastava rapidamente para um canto do porão. O demônio começou a se debater contra as paredes tentando fugir das correntes que o prendiam e aos poucos ele as puxava e elas saiam cada vez mais do circulo.

O demônio subiu as escadas e saiu do campo de visão do andarilho que pôde ouvir logo em seguida o barulho da porta se despedaçando e nesse exato momento o demônio parou de urrar e o único barulho que se ouvia era o das correntes puxando o demônio em direção ao circulo sem nenhum sinal de resistência.

Quando o demônio estava preso na parede mais correntes com ganchos começaram a sair do circulo e se fixar nele o que provavelmente o manteria imóvel quando o efeito do selo que estava na porta do porão passasse.

O andarilho não conseguia enxergar quase nada, mas foi tateando até o recipiente onde estava o livro antigo e o retirou de lá e encontrou junto a ele um medalhão e, como não conseguia avaliar nem um dos dois naquela escuridão, apenas pegou ambos e rumou para fora do porão.

Ao sair do porão o andarilho se jogou encima da mesa da cozinha, suas costas ainda doíam muito e ele estava exausto, e entrou em um sono profundo."

- Continua...

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Gente não estranhem não, essa história terá muitas partes então ainda veremos muitos "- Contunua..." pela frente.
A próxima não será a continuação direta dessa parte, será uma 'memória' explicando a origem do andarilho e contando quem ele é.
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"Gostando ou não se zoar ta perdendo tempo. O blog é meu, faço com ele o que eu quiser... E foda-se essa merda kkk"

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Não existe um paraíso... Parte 1

"A cidade estava em ruínas, tinha uma aparência antiga e um ar frio e medonho em meio a densa noite chuvosa... Sem lua, sem estrelas...

A cidade estava deserta e não haveria nenhum sinal de vida nela se não fosse por um homem que caminhava em meio a chuva.

Ele andava em direção ao centro dessa depressiva cidade, ele sabia o porque estava ali, porem não tinha certeza se isso era o certo, não sabia se ali encontraria oque procurava, mas ele tinha que ir.

Ele caminhava em direção a uma casa velha e que, como todas as outras da cidade, tinha uma aparência triste e abandonada e só se destacava das outras por um som de ranger de metais que de vez em quando podia ser ouvido vindo do interior da casa.

O andarilho chegou a porta, estava entreaberta e o vento fazia com que batesse e tornasse a se abrir constantemente, ele atravessou o portal e adentrou a escuridão do local.

Mesmo escuro ele ainda podia enxergar um pouco do que havia em seu interior, pois seus olhos já eram acostumados com escuridão, mas mesmo assim ele procurou nos cômodos da casa por uma vela, pois sabia que o porão da casa seria muito escuro para que pudesse enxergar e era para lá que ele devia ir.

O ranger de metais se tornava mais intenso a cada minuto que o andarilho passava na casa e sua fonte vinha do porão e por vezes parecia chegar a porta do porão, mas a porta nunca se abria e nada saia de lá.

Depois de algum tempo procurando o andarilho finalmente achou uma vela num cômodo que provavelmente havia sido a cozinha, pois havia um fogão a lenha e uma mesa de jantar.

Ele acendeu a vela com um palito de fósforo que trazia consigo em suas vestes e se dirigiu a porta do porão, mas por um longo momento permaneceu imóvel.

A fonte do som havia parado logo atrás da porta e aparentemente esperava que alguém a libertasse, o andarilho não sabia oque era a coisa que o esperava, mas tinha uma vaga ideia do que poderia ser.

O Andarilho esperou o ser tornar a descer as escadas e quando ele o fez puxou uma adaga que sempre carregava consigo e silenciosamente abriu a porta.

Ele viu a criatura ao pé da escada, mas ela não o encarava, pois não havia percebido sua presença.

Ele fitou o ser sombrio por um breve momento e percebeu que era exatamente oque ele temia. Não era um animal comum nem tão pouco um ser humano, era uma criatura feita com pedaços humanos grudados uns aos outros com linhas grossas e negras.

A criatura possuía duas pernas e um tronco humano, mas em suas costas estavam presos cinco braços desalinhados e em sua barriga estavam fixas duas faces desfiguradas que fixavam seu olhar para a escuridão do porão.

O andarilho pôde observar que a fonte dos sons metálicos que ouvira eram causados por fortes correntes que prendiam em seus braços, uma em cada um e prendiam a criatura dentro do porão.

O andarilho voltou a sentir esperança pois estava obvio que a criatura havia sido posta ali para proteger alguma coisa e essa coisa poderia ser oque ele buscava.

Sua alegria durou pouco, pois a criatura se virou e começou a encara-lo por um longo momento e então subitamente começou, lentamente, a subir as escadas com passos tortos e ameaçadores.

O andarilho sabia oque devia fazer, pois já havia feito isso antes, porem não sabia onde podia estar o ponto fraco da criatura, mas teria que procura-lo.

Ele colocou a vela no chão com cuidado para que ela não apagasse e foi em direção a criatura e começou a golpeá-la com sua adaga. A criatura era lenta então ele obtinha exito na maioria dos golpes, porem não achava o ponto que procurava. Em um leve descuido ele foi pego por um dos braços da criatura e jogado escada abaixo e foi nesse momento que ele viu, entre os braços da criatura no ponto central de suas costas uma ponta preta de uma pedra.

Ele avançou novamente contra a criatura e cortou as cordas que prendiam uma de suas cabeças e isso fez com que a criatura se debatesse por um curto período. Ele aproveitou a chance para tentar alcançar a ponta negra da pedra entre os braços da criatura e no momento em que o segurou os braços da criatura o agarraram e jogaram-no com uma força descomunal contra a parede e com isso ele conseguiu arrancar a pedra de dentro da criatura.

Após acertar a parede ele pôde ver por um breve momento a criatura se decompondo em um liquido negro que agora jorrava de suas costas e então o andarilho desmaiou..."

- Continua...



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Welcome To Nirvana

Este blog é uma criação minha porque eu não tinha nada melhor para fazer e como eu gosto de inventar histórias disnexas e sem noção decidi mostra-las a quem quiser =D

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